sábado, 23 de julho de 2011

Alfabetização com lista de frutas e com nomes próprios.

1- Vlog: Alfabetizando com listas de frutas - link: http://youtu.be/AKy5XjseKZE

A utilização dos vlogs na educação ainda não é muito ampla, mas encontramos alguns que oferecem desde à pequenas apresentações com ideias para intervenções pedagógicas à sugestão de aulas práticas, com atividades que incentivam o aluno a ler e escrever, mesmo que ainda não sejam alfabéticos, como o vídeo que poderá ser visto acessando o link acima.

O vlog “Alfabetizando com listas de frutas” é bastante instrutivo pois apresenta uma forma para leitura e escrita de crianças com hipóteses alfabéticas próximas, em que um pode ajudar o outro, de uma cooperativista, ou seja, um ajudando o outro na construção do conhecimento.

2- Vlog “Alfabetização por nome próprio.” http://youtu.be/w5LFEvEtqTQ

Um dos primeiros contatos com a escrita que os alunos têm quando chegam à escola é com seu nome.

A primeira letra do nome, o primeiro nome, o som das letras iniciais, a quantidade de letras, tudo isso pode estabelecer o início da alfabetização. Pois as crianças estabelecem uma relação de identificação e começam a chamar de “letra do meu nome”, “letra do nome do coleguinha”, entre outras relações, como propagandas panfletos, em que procuram as letras do seu nome e dos nomes dos coleguinhas.

O modelo de atividade apresentado no vlog é um ótimo recurso, pois a lista com os nomes dos coleguinhas mostram as letras em posições diferentes e que são necessárias quantidades diferentes de letras para formar o nome de cada um.

É importante, nesse trabalho, a busca de semelhanças e diferenças, as posições das letras, os diferentes modos de escrita.

O grande desafio do trabalho com listas de nomes próprios é fazer com que a criança se reconheça como um ser importante e que veja como seu nome, além de servir para chamá-la, pode também propiciar uma atividade de aprendizagem. Isso é muito bom!

Obs: Ideias tiradas da net.

sábado, 25 de junho de 2011

a importância das rádios comunitárias

A importância das rádios que funcionam em baixa frequência.

Acredito que as rádios que funcionam em baixa frequência são muito importantes para as comunidades que são alcançadas por elas, pois levam informação local, possibilitam a participação dos ouvintes em sua programação, fazendo uma interação sadia entre os mesmos e, sendo devidamente regulamentadas, seus transmissores são homologados e fiscalizados pela Anatel, o que possibilita a não-interferência nos sistemas de radiodifusão.

As rádios comunitárias não operam ilegalmente, têm compromisso com a sociedade à qual pertencem e não causam interferência na comunicação entre ambulâncias, viaturas policiais e serviços de aeroportos, diferentemente de uma rádio pirata que não tem equipamento fiscalizado e homologado;

A legalização das rádios de baixa frequência demonstram a democratização dos meios de comunicação, dando às comunidades o direito de uma programação local, com assuntos relacionados a seus moradores.



Entrevista com o radialista e diretor da rádio comunitária “A Voz de Serrana FM” Carlos Gonçalves Pires, MTB: 33.429, radialista desde 1996.

1- O que é uma rádio de baixa frequência ou rádio comunitária, como a maioria é conhecida?

Resposta: Rádio de baixa frequência, segundo a lei de radiodifusão comunitária, é aquela destinada a operar com potência máxima de 25 watts, cujo objetivo é o de servir a uma comunidade, seja bairro, vila ou cidade de pequeno porte.

Dentre suas finalidades, está a promoção das atividades artísticas e jornalísticas na comunidade e da integração dos membros da comunidade atendida, além da promoção de serviços de utilidade pública.

2- Quem pode ser considerado como habilitado para colocar esse tipo de emissora no ar? Fale sobre os critérios para escolha do representante.

Resposta: Podem ser considerados habilitadas para receber outorga de radiodifusão comunitária, fundações e associações comunitárias, sem fins lucrativos, com sede na localidade de prestação do serviço. O Ministério das Comunicações abre uma espécie de concurso para a escolha da entidade que será beneficiada, levando em consideração o critério da representatividade, evidenciada por meio de manifestações de apoio encaminhadas por membros da comunidade a ser atendida ou por associações que a representem. Havendo mais de uma entidade inscritas e com igual representatividade entre as entidades, a escolha é feita por sorteio.

3- E quanto à programação, há a necessidade de ser diferenciada das rádios comerciais?

Resposta: O objetivo de uma emissora de rádio comunitária é o de difundir a cultura local, bem como prestar serviços de utilidade pública. Deve ser assegurada a divulgação de planos e ações das entidades locais. No mais, a programação é semelhante a de uma rádio comercial, com música e jornalismo de qualidade.

A divulgação de propagandas comerciais também obedece um critério diferente das rádios comerciais. Os anúncios devem ser feitos em forma de apoio cultural e restritos a estabelecimentos que pertencem á área da comunidade beneficiada pela outorga da emissora. Também é vedada a comercialização de horários da para programas específicos, como políticos e religiosos.

4- Quanto à interferência no sistema de radiodifusão, as rádios comunitárias realmente causam danos?

Resposta: A lei de radiodifusão comunitária prevê que, caso a emissora provoque interferência em outros aparelhos da comunidade, será dado um prazo para correção do problema. Findado esse prazo e sem nenhuma providência eficaz tomada, a outorga será extinta. Quando há o cuidado na escolha dos aparelhos a serem utilizados e a sintonização correta da freqüência, conforme determinação da ANATEL- Agência Nacional de Telecomunicações, não há riscos de interferência. Embora a emissora seja comunitária e de baixa freqüência, deve ser administrada com profissionalismo e respeito aos ouvintes e aos membros da comunidade.

5- Quem fiscaliza as rádios de baixa frequência?

Resposta: A fiscalização das rádios comunitárias é feita pelo Ministério das Comunicações, através da ANATEL- Agência Nacional de Telecomunicações, que periodicamente encaminha técnicos até as emissoras para aferimento dos aparelhos e constatação de que não há irregularidades na documentação, como o recolhimento pontual das taxas, bem como do cumprimento das normas de programação.

Então, diante das justificativas apresentadas, as rádios de baixa frequência não são ilegais, têm seus direitos consagrados constitucionalmente e a sociedade, de uma forma geral, aprova a existência de uma emissora que está sempre próxima da sua comunidade, apresentando notícias e uma programação que aproxime seus ouvintes numa grande corrente de amizade.

domingo, 6 de março de 2011

MESMO COM TECNOLOGIA A EDUCAÇÃO PODE SER HUMANIZADA

Nós vivemos um momento em que não existe mais a possibilidade de se negar a influência da tecnologia no ambiente de aprendizagem. Em algumas localidades isso é uma realidade, em outras, são projetos a serem implantados. Mas, totalmente fora desse contexto, em breve pouquíssimas escolas estarão.

Por mais que os defensores da educação humanizada tentem resistir, certamente serão vencidos pelo fascínio e pelas facilidades que a tecnologia pode oferecer. E mais, os alunos, à cada dia, estão mais inseridos no mundo digital e tecnológico, o que desafia os educadores a uma mudança na prática do ensino-aprendizagem. Digo ensino-aprendizagem porque os alunos estão mais avançados que muitos educadores quando se trata do domínio da tecnologia.

Trabalhar com tecnologia não é abster do ensino humanizado, pois as partes envolvidas continuam sendo a presença física, tanto do professor quanto dos alunos, nos ensinos regulares e, quanto ao ensino à distância, as beijocas da tutora só chegam se ela der um comando, provando que pode haver uma relação afetuosa, mesmo que virtual.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

MIDIAS NA EDUCAÇÃO -PROJETO MATERIAL IMPRESSO

MÍDIAS NA EDUCAÇÃO - Material impresso

Tema da proposta:

- Aquisição do processo de escrita através de material impresso e lousa digital

Público-alvo:

- Alunos do 2º ano da Educação Básica I da EMEF Paulo Sergio Gualtieri Betarello.

Objetivos:

- Criar condições para que o aluno perceba as várias formas de expressão, através da escrita e que a escrita representa a fala;

- Estimular a iniciativa da escrita, mesmo para alunos ainda não-alfabéticos;

- Deixar que se expressem de forma livre, respeitando o nível de aprendizagem de cada um;

- Estimular a iniciativa da escrita, como importante recurso de aquisição do sistema da escrita.

Mídia a ser utilizada:

- Revistas, cartilhas, revistas e livros didáticos.

Atores e papéis que deverão desempenhar:

- Os alunos do 2º ano da Educação Básica da EMEF Paulo Sergio Gualtieri Betarello.

- A professora explicará que eles receberão alguns materiais para pesquisar figuras de animais, frutas, brinquedos ou fotos de algo que acharem bonito. Eles recortarão a figura, colarão no caderno e escreverão o nome dos objetos.

- Em seguida, trocarão os caderninhos para que o colega verifique a forma como ele escreveu e corrija, se achar necessário.

- A professora pesquisará a figura na internet e mostrará para a classe. Escreverá na lousa digital dos dois jeitos que a palavra foi escrita pelos alunos e, coletivamente, toda a turma fará o ajuste da forma correta da escrita.No final, caso não consigam o professor interfere mostrando como se forma cada parte da palavra.

Recursos a serem utilizados:

- Recortes de jornais;

- Figuras de cartilhas;

- Revistas;

- Lousa digital;

- Sites direcionados à alfabetização.

Período de realização:

- Proposta para ser realizada, semanalmente, em pelo menos 1 hora/aula.

Critérios de Avaliação da atividade:

- Observação contínua do progresso de cada educando, conforme se avança nas várias etapas da alfabetização.

- Avaliação contínua do progresso de cada aluno e, se necessário, a adoção de outros recursos que favoreçam a construção do conhecimento.